quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Sem saida
amarrei o sapato num cordão e começei andar com os pés no chão, o sol estava a pino o calor era tão grande
que me dava vontade de tirar a roupa , e porque não ali não passava gente só em tempo de festas.
tinha que andar mais uma hora a pé ate o rio mais perto, o cachorro magro ia na frente correndo com uma cadela preta magricela depois ele voltava sempre pra ver se tudo estava bem.que vida miseravél era aquela não tinha roupa não tinha nada nem os sapatos podia gastar porque as festas estavam pra chegar. a seca paraiva na estiva o gado morria no pastos. olhei pro ceu a quantidade de urubus era maior naquela tarde algum coisa havia morrido por ali derrepente ouvi um tiro,era os jagunços que estavam cassando. olhei devagarinho entre as rochas do pedral era assim que chamava a rocha maior. fiquei quetinha no mato com medo que eles me vissem. a fome e a sede almentava , a posoção que estava doia meus pés. que merda esses caras não vão embora, adormeci ali mesmo quando acordei o dia já tinha ido embora, pelo meus calculos já era sete da noite, corri para a trilha e corri mais que pude. cheguei na casa de minha madrinha suada e suja de palha e barro.vixe maria menina oque a mode sucesdeu= os jagunços madrinha estava no pedral, tive que ficar no mato scodida ate eles ir embora.= fez bem mia fia fez bem. me dando uma caneca de cafe com leite e cuscuz comi apavorada de fome.
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